Na causalidade de audazes ventos,
Urge tempos revestidos de esperança.
Novas lembranças atenuam medos,
E anseios se tornam perseverança.
A segurança dos conhecimentos,
Provê intentos de abundância.
Na vigilância de bom termos,
Está o aceno à novas concordâncias.
Vacâncias não mais recebem selo.
E o que veio, sendo essência,
Guia a eloquência de seu gênio!
Epicentro de nobres mudanças,
Inaugura a herança de seus reinos,
Em potencial pleno, Mirante das luzes!
(Por Ozzie 08.2020) ©Copyright
sexta-feira, 7 de agosto de 2020
O MIRANTE
domingo, 2 de agosto de 2020
O FIM DA BOEMIA
O chão da quadra vazia,
Antes palco de perícias,
Não mais se dá à desportiva,
Entulha os pinos de cocaína.
As vezes, há batalhas de rimas,
Rinha de insultos e porcarias,
Degradação humana pela língua.
Isso é arte ou pantomima?
Bares de atmosfera poluída.
O sexo sujo nas esquinas.
Isto é aproveitar a vida?
Que triste fim levou a boemia?
Até quando suportarei essa sina?
Junto aos vis, no coração das trevas!
(Por Ozzie 08.2020) ©Copyright